
Amor é um sentimento que alguém sente.
Amor é uma emoção sentida no coração.
Amor é o sinónimo de carinho, afecto, amizade, respeito e, acima de tudo, confiança.
Amor é um fenómeno que por mais que ignoremos vai estar sempre lá.
Vitor Santos

O amor é um sentimento muito forte e às vezes muito difícil de controlar.










Nascer… a coisa mais importante que acontece a cada um de nós… o momento de sair da escuridão e enfrentar o mundo.

Era uma vez um porco muito pequenino. Tão pequenino, que entrou para dentro da máquina de lavar roupa e acabou por adormecer. A dona da quinta não viu que o porquinho lá estava dentro e pôs a máquina a lavar. O porquinho acordou aos trambolhões, muito exaltado, e quando a dona da quinta parou a máquina, olhou para o rabo do porco, e viu que parecia um saca-rolhas. Devia ter sido da água quente…



Planeta Terra, 1946
O Principezinho tinha finalmente chegado ao seu planeta. Trazia consigo uma velha caixa; nela transportava uma ovelha, mas o seu coração batia forte, sofrendo devido à saudade que sentia da sua amiga flor. Sim, agora já sabia, a flor era muito importante para si, ele sentia a sua falta, afinal sentia uma grande amizade por ela.
do principezinho, para comer os malditos rebentos dos embondeiros. Esta situação não agradava a ninguém. Assim, o principezinho e a flor resolveram começar a cativar a ovelha. Transportaram-na na caixa, até ao outro lado do planeta, ficando assim sozinha, o que a entristecia imenso. Contudo, todos os dias, pelas cinco horas da tarde o principezinho ia buscá-la e em conjunto com a flor, falavam com ela. Dois meses depois, a ovelha estava totalmente cativada. Os três eram agora um só, não podiam viver um sem os outros.
- Não - contrariava o Pai Natal - as crianças esperam-me. E o que faço eu a todas estas prendas dentro do trenó?
trenó.





Nem eu me conheço,
Nem sei quem sou…
Só sei que tudo o vento levou,
Porque eu desejo impossivelmente o possível,
Porque todo o possível sei eu,
Sonhando num mundo só meu.
Eu não sei o que sou...
Mas sinto o que sou,
Com este poema, um poema voou…
( poema colectivo, 8º E – na mesma actividade)


Era uma vez uma maleta violeta que estava esquecida no fundo de um velho armário no sótão da casa da minha velha avó de oitenta e cinco anos. Eu vou contar a sua história: num belo dia de Verão, estava eu em casa, sem nada para fazer quando, de repente, o telemóvel tocou e, do outro lado, ouvi a voz da mina avó a convidar-me para ir lá passar o dia. Ao princípio, não achei muito boa ideia, mas depois ela disse que, se eu quisesse, íamos para o seu sótão. Fiquei entusiasmada imediatamente, porque eu adorava aquele sótão, era um sítio cheio de histórias e de tesouros caídos no esquecimento do mundo.
Lá fui, muito contente, para a casa dela. Quando lá cheguei, a minha avó disse-me:
_ Despacha-te, vamos para o sótão.
Fiquei curiosa, a pensar nas coisas espectaculares que íamos descobrir. Talvez uma caixa especial, quem sabe se uma lâmpada mágica. A avó estava mais entusiasmada do que eu, parecia uma criança.
_ Vamos lá ver o que há aqui dentro desta gaveta, eu e o teu avô chamamos-lhe “ a gaveta mágica”, porque tem aqui grande parte da nossa vida, desde álbuns de fotografias, roupas…algumas roupas do nosso casamento.
_ Avó, olha, que maleta violeta é esta? - gritei.
_ É a maleta que usei quando fui de viagem de lua-de-mel com o teu avô António. Tem uma grande história. Quando saímos do avião, fomos de táxi para o hotel e a maleta ficou esquecida no táxi. Quando o teu avô e eu desfizemos as malas, reparámos que faltava a maleta e então como não nos lembrámos onde esta poderia ter ficado, decidimos esquecê-la. Só quando regressámos é que a vimos na secção dos perdidos e achados do aeroporto e fomos lá buscá-la. Rimos tanto desta situação!
_ Avó, tens objectos com tantas histórias no teu sótão. Quero voltar para me contares mais histórias.
Marisa Dias, actual 8º B (texto produzido no final do ano lectivo transacto)