3 de Fevereiro de 2010

O OLHAR


Olhamos… observamos… será que vemos?
Quantas vezes percebemos?
Quantas vezes sabemos o que realmente olhamos?
O que se nos depara,
Parece uma imagem tão clara.
Mas será que a entendemos?
Será que olhamos?
Será que vemos?
O que sentimos é nosso,
Embora o olhado não seja…
Será que é um sentimento bom,
Sentirmos tamanha inveja?
Será que olhamos?
Será que vemos?
O que está à superfície
Pode não ser o interior.
Podemos não ver a dor…
Será que olhamos?

Será que, realmente, alguma vez sabemos,
Se aquilo que nós olhamos é o que realmente vemos?

Não querem espreitar?
Não querem ver… ou simplesmente procurar?
Quem vai explicar este dilema?
Quem vai resolver o enigma?
Quem vai montar o puzzle?
Quem vai dizer, afinal, o que é para si o olhar?

Responde a este desafio…
Vá lá… não custa nada… espreitas, deitas um olho, observas e já está… tudo visto!

As observadoras atentas estão de olho em ti…
Fátima Costa/Isabel Pereira

10 de Janeiro de 2010

Feliz Natal...



Oh, Oh, Oh,
Feliz Natal é o meu lema,
Nesta noite tão feliz,
Fico sempre com comichão no nariz.

Por detrás de cada doce,
Um amor, uma delícia,
E assim fica feita
Esta quadra natalícia.

Passa a noite, que agitação!
O Pai Natal está a chegar,
Já não tenho comichão
E o menino Jesus já está no ar.

O Natal não é ”só presentes”!
É Amor, Paz e Alegria!
Vamos por toda a gente feliz!
Vamos por os pontos nos “is”!

O dia já acabou,
Mas, meninos, lembrem-se sempre:
Apenas um simples presente
Pode fazer uma pessoa contente.
.
***

Madalena Roque, nº12 (7ºF)

O Natal



É uma época especial!

Muitas luzes, muitas prendas
Não queiras receber uma chave de fendas

À meia-noite vem um velhote
Com barba e um bigode

Com oito renas a ajudar
A Rena Rodolfo vem a guiar

É uma noite de alegria

E cheia de magia!
***

Pedro Caldeira, 7ºF

O Natal…


O Natal

É uma época divinal!
Há luzes, presentes
E muitas pessoas contentes.

O bolo-rei, o peru,
Sem esquecer o bacalhau,
E como aperitivos ainda o caju,
É comer até fartar.

É uma época mágica,
De convívio, de alegria,
Pena que seja só durante um dia…
É mesmo uma folia.
.
*
Miguel Ângelo Fonseca, nº18 (7ºF)

NATAL



Nesta quadra de alegria
A árvore vou fazer
E com muita fantasia
A estrela no topo vou meter

Já vejo montras decoradas
Com estrelas e lacinhos
Também já as crianças
Puseram na lareira os sapatinhos

Sapatinhos que vão ter
Na véspera de Natal um presente
E quando alguém os abrir
vai ficar todo contente

Mas o Natal também é
Convívio familiar
E nessa noite de festa
Junto deles vou estar

Bruno Santos, nº3 (7ºF)

O Natal


O Natal está a chegar,
As prendas para embrulhar,
Nós todos a cantar,
E as luzes a brilhar.

O Natal a crescer
E nós, toca a beber! (sumos)
Atenção! Crianças estão a correr!
A cabeça vamos erguer.

E nós todos a rir,
Teremos juntos que ir,
Ao Pai Natal pedir,
Uma prenda para sorrir.
.
***

Corina Silva, nº6
Viviana Lourenço, nº28 (7ºF)

O Natal


O Natal

Vamos festejar
Vamos pôr
Todos a cantar

Noite Feliz ou Pinheirinho
Uma destas pode ser
Se quiseres
Podes escolher

Depois de escolher
Tu vais ver
Que não te vais
Arrepender

No Natal
Vamos viajar
Para o menino
Poderes visitar

No Natal
Prendas vais receber
Mas só depois
Do menino nascer

Dele tudo
Podes conseguir
Só tens
Que lhe pedir
.
*

Maria Beatriz Capitão, nº13

Trabalho vencedor do Concurso


video


Trabalho vencedor do Concurso:

Anúncio publicitário sobre Solidariedade


Cláudia Graça, 8ºE


Cláudia, obrigada pela tua participação!

MUITOS PARABÉNS, não só pela criatividade,

mas também pela sensibilidade

que respira em cada palavra e em cada imagem.

4 de Janeiro de 2010

A Importância do Sorriso


O sorriso é a forma de comunicação mais poderosa do Mundo. Fala, sem nada dizer. Sente e faz sentir. Dá coragem, força, alegria, bem-estar, felicidade e esperança. Talvez a importância não esteja no sorriso, mas na emoção por trás dele. Um sorriso verdadeiro pode ajudar a enfrentar um medo, pode ajudar a tomar uma decisão ou pode simplesmente dar felicidade. Muitas vezes, quando estou em baixo e parece que nada me pode animar, alguém (um amigo ou um familiar) sorri e esse sorriso dá-me força. Não é um sorriso de felicidade ou de alegria, é simplesmente um sorriso de força, um sorriso que demonstra que aquela pessoa estará sempre ali, enquanto as coisas más continuarem. Para mim, é o sorriso mais verdadeiro do Mundo. Porque é que as pessoas não sorriem, mesmo se não estiverem alegres ou contentes? Um sorriso nem sempre quer dizer alegria... Um sorriso é uma forma de encarar a vida. "Eu sorrio mesmo se quiser chorar. Sempre é melhor do que andar com cara triste durante todo o dia", dizia o meu avô e sempre fiz o que ele me ensinou. Não serve de nada andar com uma expressão sem vida, que apenas causa más impressões. Um sorriso? Um sorriso não dói, não magoa e pode ajudar a tornar o dia de uma pessoa muito mais feliz. Com efeito, está provado que um sorriso verdadeiro por dia, torna as pessoas mais felizes. É como água ou comida... Precisamos do sorriso para sobreviver!

Inês Rocha, 8ºE

1 de Janeiro de 2010

Pai Natal (resposta ao desafio)


Esta história começa nas terras geladas da Lapónia, muito pertinho da fábrica de brinquedos do Pai Natal.
Era dia 24 de Dezembro, fazia um frio polar de arrepiar! O Pai Natal carregava à pressa (com ajuda dos gnomos) o seu grande trenó cheio de sacos e sacos com prendas.
Todos os anos era assim… dar a volta ao planeta em 24 horas. Tudo deveria estar entregue até ao dia seguinte (25 de Dezembro). Contudo, este ano a tarefa seria mais fácil, pois um amigo oferecera-lhe pelo seu aniversário um GPS.
Lá em cima, já entre as estrelas e constelações, o Pai Natal pôs a mão no bolso e reparou que não tinha o seu GPS. E agora?! Nem GPS nem Bússola nem nada!
Resolveu fazer uma aterragem de emergência, precisava de se situar, tinha que arranjar forma de se orientar. Foi na América do Sul, junto da beira-mar que as renas encontraram a pista de aterragem, logo a seguir apareceu um menino que vinha a correr entusiasmado a ver aquele cenário!
Nunca vira nada igual! Ficou deslumbrado a observar aqueles animais estranhos e aquele velho gordo de longas barbas brancas e olhos dóceis de braços abertos … como se esperasse um grande abraço.
Paquito não podia conter tanta alegria e pediu:
- Deixa-me ir contigo… posso ajudar-te… sou novo… tenho muita força!
O Pai Natal acenou com a cabeça num gesto afirmativo e ambos subiram para o trenó.
Paquito, foi uma ajuda preciosa na distribuição dos presentes por todo o Continente Sul-Americano.
O mesmo se repetiu nos outros continentes. Em cada um deles o Pai Natal arranjou um ajudante.
No final da viagem e depois da tarefa cumprida o Pai Natal concluiu que este tinha sido o ano mais original, pois tinha feito muitas amizades.
De volta à Lapónia por entre as estrelas e constelações aterrou juntinho à sua fábrica de brinquedos… reparou em algo que cintilava por entre a folhagem do chão e a neve… foi ver, era o seu GPS! Estava avariado, a neve tinha-o destruído, mas o Pai Natal não se importou nada com isso. O trabalho tinha sido feito, e da melhor maneira!
Quanto ao GPS o Pai Natal colocou-o por cima da sua lareira como recordação.

Emanuel Parracho, 8ºE

17 de Dezembro de 2009

DESAFIO DE NATAL


Local: Pólo Norte.
Casa do Pai Natal.

Reina grande azáfama e confusão.
Todos os duendes correm em histérica harmonia… cada um sabe exactamente o que tem de fazer.
O velho Nicolau dá as últimas indicações… aproxima-se a ordem da partida!
Repentinamente, aquilo que parecia impossível aconteceu MESMO!!!
Rudolph constipou-se… muito frio!
O GPS AVARIOU!!!
- Socorro!!!- grita o velhinho, de cabeça perdida…- Há centenas de anos que ando nisto e nunca tal me aconteceu!
- E agora? Como vou levar as prendas aos meninos de todo o mundo? Estão todos à minha espera!
O Pai Natal decide arriscar e parte sem o seu precioso GPS (modernices!).
Levou uma outra rena, inexperiente, chamada Alfred, que tem um pouco de mau feitio e que decide embirrar com as indicações que o velho senhor lhe dá.
Numa curva do caminho… Alfred faz uma birra e vira por um carreiro desconhecido.
- SOCORROOOO!!! – grita o Pai Natal – O que foste fazer, desmiolada? Agora, estamos perdidos! Como vamos sair daqui? Ai o meu querido GPS!!!




Bom… esperemos que o Pai Natal descubra como dar a volta à situação… Não lhe queres dar uma ajudinha?
Podes terminar a história e descobrir como vai o Natal poder contar com a presença do velho Nicolau em todas as chaminés por esse mundo fora.




Segue o Norte da tua imaginação…
Puxa pelas rédeas do trenó fantástico…
Viaja sem fim, pelo imaginário natalício…
.
BOAS FÉRIAS
FELIZ NATAL
BOAS FESTAS
.

Beijinhos das feiticeiras criativas:
Fátima Costa
Isabel Pereira

30 de Novembro de 2009

PROCURAM-SE JOVENS CRIATIVOS



SOL
SÓLIDO
SOLIDÁRIO
SOLIDARIEDADE



.
.
CONCURSO:
PROCURAM-SE JOVENS CRIATIVOS

OBJECTIVO: ELABORAR UM ANÚNCIO PUBLICITÁRIO SOBRE SOLIDARIEDADE

Se tens sonhos de artista
Se o teu mundo inclui a palavra
Se observas o que te rodeia


Este concurso é para ti!

Veste a cor da esperança
Abraça a bandeira da amizade
Salta a barreira do medo
Vislumbra o que será o futuro


PARTICIPA!

Constrói um anúncio publicitário sobre Solidariedade.

Entrega à tua professora de Língua Portuguesa.

O melhor trabalho receberá um prémio SURPRESA!

Rápido: Só tens até dia 11 de Dezembro.

(Mais informações junto das professoras Fátima Costa ou Isabel Pereira)


15 de Novembro de 2009

Fábula Colectiva



Era uma vez, num dia de chuva, uma linda coelha, muito inteligente, que vivia numa pequena toca. Ela odiava dias de chuva! Bem, a coelhinha odiava chuva porque tinha medo de água. Para lavar as mãos, limpava-se a um pano. Ela era uma coelhinha que gostava muito de cenouras.
Um dia, resolveu fazer um jantar com muita cenoura, pois era a única coisa de que gostava. Quando acabou de fazer a sopa, comeu-a e escaldou a língua. No dia seguinte, foi ao hospital tratar de língua e o médico recomendou um medicamento.
Ela ficou boa, mas desde esse dia nunca mais comeu cenouras; só comia beterrabas.
E é assim: as coelhinhas azaradas têm mais olhos do que barriga.


Catarina Coutinho;
Joana Pialgata;
Joana Oliveira;
Rafaela Biazioli;
Pedro Correia;
Eduardo Santos;
Carolina Freitas;
Sara Filipa Brás.

Texto colectivo - Fábula



Era uma vez, numa terra longínqua em que um tigre decidiu fazer um belo almoço. Ele já não comia há dois dias e estava cheio de fome.
Foi então que avistou uma gazela a beber água num lago grande, limpo e brilhante:
-Olá! Estás perdida? -disse o tigre!
-Sim! Respondeu a gazela – Podes ajudar-me a encontrar o caminho para casa?
-Há muito tempo que ando à procura de alguém e não encontro. -lamentou-se a gazela.
-Claro que sim, vem comigo até ali àquela árvore que eu digo-te se é para Norte, Sul, Este ou Oeste. Eu tenho um mapa e dou-to.
- Está bem, assim pode ser que eu encontre o caminho para casa.
-Mas eu não sou uma gazela! Sou um Dragão e vou comer-te. E assim o Dragão come o tigre e depois ele morreu.

-João Travassos
-Fernando Caria
-Angela Brum
-Inês Leocadio
-Inês Ferreira
-Ana Miguel
-Ana Beatriz
-Margarida
-Kaic Lima
-Mafalda Morais

Eu sou assim (autobiografia)


Eu sou assim, não sei bem
Sou lutadora e persistente
Se estou zangada não oiço ninguém.
Mas também sei estar contente
Quando ajudo alguém.

Eu sou assim, não sei bem
O meu sonho é ser uma estrela
Gosto de representar e dançar
Como tenho muito que aprender
Sonho ir para Londres estudar.

Eu sou assim, não sei bem
Não sei se sou feia ou bonita
Quero é que gostem de mim.
Não por ser pobre ou rica
Mas por ser mesmo assim.

Joana Pialgata
7ºC, Nº14

Autobiografia



Sou curiosa,
Sou divertida.
É assim que sou na vida.

Sou estudante,
Sou inteligente.
Dou-me bem com quase toda a gente.

Sou atrevida,
Sou engraçada.
Mas às vezes um pouco passada.

Gosto de ler
E de aprender,
E depois de fazer o que me apetecer.

Sou fixe,
Sou amiga.
E também meiga.

Sou rabugenta,
Sou teimosa.
Sou assim e
GOSTO DE O SER!


Catarina Coutinho7ºC

Autobiografia


Sou alta e esguia,
alegre e bem-disposta
não gosto de rebeldia,
acho que ninguém gosta.

Gosto de dançar,
cantar também.
Agrada-me ler e estudar
o que convém.

A verdade é que às vezes
não sei quem sou,
achava-me perfeita
mas isso mudou.

Adoro música e computador
mas há tempo para tudo!
há sim senhor!

Apesar de tudo
gosto de mim
é isso o importante
eu sei que sim.

Ângela Brum

30 de Outubro de 2009

Desafio "Halloween"



A história desta data comemorativa tem mais de 2500 anos. Surgiu entre o povo celta, que acreditava que no último dia do Verão (31 de Outubro), os espíritos saiam dos cemitérios para tomar posse dos corpos dos vivos. Para assustar estes fantasmas, os celtas colocavam, nas casas, objectos assustadores como, por exemplo, caveiras, ossos decorados, abóboras enfeitadas entre outros.


Imagina um grande amor… duas almas que se separaram e seguem caminhos opostos… uma vive, a outra passa para o mundo dos espíritos…

De que forma se podem reencontrar?

Poderá a cerimónia do Halloween facilitar a passagem da alma perdida, no além, para voltar a estar junto do seu amor não esquecido?

Que mágica o pode permitir?

Como se faz o reencontro?

Será que o amor é eterno?

Conta a tua história, fala-nos das tuas bruxas e das tuas poções mágicas… liberta as almas aprisionadas e fá-las tornar à vida… para amar de novo.

Podes mandar os teus trabalhos para o correio electrónico do blogue ou dá-los ao teu professor de Língua Portuguesa que os reencaminhará até nós!

15 de Outubro de 2009

O (RE)COMEÇO



O Começo...

Vai chegando, lentamente, quase sem darmos por ele…
Vem tímido e vagaroso, de mansinho.
Insinua-se como uma maré,
Entranha-se como o nevoeiro.
Apodera-se dos nossos sentidos,
Sem pudor ou falsas modéstias.
Pois que chega, então… e quem reclama?
Aguardado por todos… todos o esperávamos…
Pois bem-vindo seja, então…
Agora… é só avançar!

Todos sabemos que, todos os anos, o recomeçar do Ano Lectivo é um pouco penoso, algo cansativo, deveras “stressante”, mas muito excitante… está cheio de incógnitas e de mistérios.
O que será?
O que acontecerá?
Quem conhecerei?
Como vai decorrer?
Gostarei dos meus colegas?
(Que patifarias vou preparar?)
Todas as respostas estão suspensas… tudo é possível.

Quanto a nós, as professoras responsáveis por este projecto de Escrita Criativa, gostaríamos de desejar a todos: alunos, professores, funcionários, famílias… e a ti que nos estás a ler, em particular, um Bom Ano Lectivo!
Vêm aí a Emoção e o Arrepio!...Os Desafios vão começar!... Será que estás pronto para pôr a cabeça a funcionar?... A areia já lá vai… Por onde anda essa imaginação?... Foi com as ondas?...

Esperamos que não, pois estamos a contar contigo para participares nas muitas actividades que temos para te propor:
- Desafios temáticos
- Blogue Escrita Criativa
- Concurso de Poesia (PRÉMIOS!)
- Exposição de trabalhos (textos)

Arregaça as mangas e… MÃOS À OBRA! … CABEÇA A TRABALHAR???

Prepara-te então para participar… nós já começámos a pensar nas “patifarias” que vamos preparar para os alunos, ao longo do Ano Lectivo.

BOM ANO!
GRANDES IDEIAS!
MUITAS ESCRITAS (CRIATIVAS!)

5 de Agosto de 2009

Um poema de amor, pois claro!




O amor quando se revela

Não se sabe revelar

Sabe bem olhar pra ela

Mas não lhe sabe falar.


Quem quer dizer o que sente

Não sabe o que há de dizer

Fala: parece que mente

Cala: parece esquecer



Mas se ela adivinhasse,

Se pudesse ouvir o olhar,

E se um olhar lhe bastasse

Pra saber que a estão a amar

Mas quem sente muito cala

Quem quer dizer quanto sente

Fica sem alma nem fala

Fica só inteiramente.


Mas se isto puder contar-lhe

O que não lhe ousa contar

Já não terei que contar-lhe

Porque lhe estou a falar.


Fernando Pessoa