25 de abril de 2008
Dia da Liberdade - 25 de Abril

Imagina como será
Brincar sem preocupações
Encontrar liberdade
Recordar momentos alegres
Dar a conhecer o que o cravo conseguiu …
Acreditar num sonho impossível
Derrotar os medos
E cantando uma canção… festejarmos a nossa Nação!
“Liberdade” é difícil de acreditar mas é a verdade.
DIA DA LIBERDADE - 25 de Abril

LIBERDADE é poder viver sem repressão…

No dia da liberdade, vem à rua e
traz amizade!
24 de abril de 2008
Comemoração do Dia Mundial do Livro e do Autor

Cheio de Crianças, risos e amor,
Mas nunca nos devemos esquecer
De quem foi o seu Autor!”
Comemoração do Dia Mundial do Livro e do Autor

O Livro é um tesouro…
O Livro é um segredo…
O Livro não mete medo:
terror, ficção, seja o que for,
Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor

O livro é um amigo.
Ele desperta em ti atenção.
“Um livro de paixão fica sempre no
Coração”
O livro é teu amigo porque está sempre
Contigo...
23 de abril de 2008
Cartas com destinatários extraordinários

Cartas com destinatários extraordinários
Cartas com destinatários extraordinários

Cartas com destinatários extraordinários

Cartas com destinatários extraordinários

3 de abril de 2008
JOGO DAS RIMAS

Parecia um foguetão
Pelo alcatrão
A fugir de um camião.
Mas deu um grande trambolhão
Só para apanhar um balão.
Ele sempre foi brincalhão
Mas sempre que vê um zangão
Corre, corre tão rápido como um avião.
Andava um choramingão
Só porque no festival da canção
Levou um chapadão
De um velho anão.
Há-de deixar de ser brincalhão
Quando alguém conquistar o seu coração.
Nídia Santos
7ºA
UM QUADRO... DOIS TEXTOS
PARQUE DOS INSULTOS
Um dia, duas raparigas combinaram ir passear a um parque muito bonito. Uma das raparigas chamava-se Tulipa Trotineta e a outra Malmequer Bicicleta.
Quando chegaram ao parque, começaram logo a conversar, mas havia ali uma coisa que não estava bem. Começou a esfriar no parque, as plantas encheram-se de animais desagradáveis, como aranhas, cobras venenosas e sapos.
As raparigas sentiram-se muito estranhas e uma delas, de repente, exclamou:
- Tu és mesmo mazinha! E tens um nome horrível!
_ E tu? Não tens espelhos em casa? És “ bué feia”! – respondeu a Tulipa Trotineta.
_ Cala-te, sua invejosa de uma figa. – disse, muito depressa, a Malmequer.
_ Eu nunca terei inveja de alguém com essas coisas na cabeça.
_ Mas tens um grave problema. – acrescentou a Malmequer.
_ Qual ? – perguntou a Tulipa.
_ Falta de tareia…
Dito isto, as duas começaram a empurrar-se, até que acabaram por ir ter à outra ponta do parque – à saída. Mal saíram do parque, a Malmequer disse.
_ Sinto-me estranha! Não me lembro de nada daquilo que fiz e disse dentro do parque. E tu?
_ Nem eu! Se calhar estamos com falta de café. Ainda não bebi nenhum hoje.
_ Boa ideia. “ Bora daí”?
As duas raparigas nunca entenderam o que se tinha passado. Cada vez que alguém entrava naquele parque, insultava toda a gente. Será que o parque estava assombrado?
( Ana Patrícia, 7º B, estudou os níveis de língua e aplicou-os, a partir da observação do quadro, Parque dos Insultos, do pintor do Samouco, Marcelino Vespeira)

Parque dos Insultos
Era uma vez uma vila, muito iluminada. Naquela vila, raramente havia um dia de chuva ou um dia nublado.
Todas as pessoas da vila gostavam de um senhor, chamado Albertino, que trabalhava no parque, perto da mercearia da vila. Era jardineiro e parecia muito simpático e, de facto, era-o para os vizinhos.
Certo dia, a vizinha Vanette ouviu muitos gritos vindos da parte de trás do parque. Pôs-se entre os arbustos que estavam à sua frente e ouviu o seguinte:
_ Quero o divórcio e acabou-se. Até agora nenhum homem me tocou, e agora tu vens e desatas a dar-me pancada? Acabou-se!
Quando a Dona Vanette olhou para o lado, viu o senhor Albertino. Em estado de choque, recuou e foi até à mercearia desabafar com a sua amiga. Quando lhe contou o sucedido, a amiga nem queria acreditar e até lhe disse:
_ Mas como é que isto é possível? O senhor Albertino parecia um homem tão bondoso, tão amigo das pessoas. Até me custa a acreditar. Temos de fazer algo.
_ Sim, todos pensávamos isso. Eu vou pensar, esta noite, sobre o caso para ver o que podemos fazer para ajudar a Dona Joana.
E assim foi. Logo, no dia seguinte, ouviram algo suspeito, mas parecia mais grave. Ouvia-se barulho e gritos. O senhor Albertino ofendia a mulher e tratava-a mal.
A Dona Vanette não aguentou mais: esperou na mercearia até que o vizinho saísse de casa para ir falar com a sua mulher. Passado meia hora, este saiu apressadamente e ela só esperou até o ver bem longe da porta do prédio. Foi lá ver o que se passava. Tocou e esperou.
A Dona Joana estava muito envergonhada, com a cara negra e a chorar muito. As duas amigas conversaram muito e tomaram uma decisão:
_ Eu se estivesse no seu lugar, ia agora mesmo à polícia. _ disse a Dona Vanette.
_ Então, vamos lá. Estou farta desta situação, nunca ninguém me insultou tanto.
Foram as duas à polícia e o assunto ficou resolvido. Foram buscar o senhor Albertino e ele negou, naturalmente, mas a Dona Vanette confirmou que era verdade. O vizinho foi preso e tudo ficou em paz.
Como esta história começou no jardim da vila, os habitantes decidiram dar-lhe o nome de “ Parque dos Insultos”.
( Jessica Gomes, 7º B, seguiu as mesmas indicações sobre a utilização do quadro de Marcelino Vespeira)
22 de março de 2008
10 de março de 2008
Uma carta para a Britney

Olá Britney,
Decidi escrever-te esta carta, pois admiro-te imenso. Adoro ver-te cantar, dançar, actuar ao vivo; tudo o que tu faças, para mim é perfeito.
As tuas músicas são magníficas, acordam o ritmo em qualquer pessoa. Uma das músicas que eu mais gosto é a “ overprotected”, até no vídeoclip a coreografia está excelente.
Em relação à tua vida amorosa, esta é, para muitas pessoas, um desastre. Eu cá acho que ficavas lindamente com o Justin Timberlake, perdeste muito, acredita.
Quando soube que te casaste com o Kevin, fiquei… Eu sempre soube que não ia resultar e foi o que aconteceu. Aliás, é a ele que eu culpo por tudo o que te aconteceu. Fiquei mesmo “muito mal” quando rapaste o cabelo e quando foste hospitalizada. Foi também horrível, para mim e para os outros fãs, quando te tiraram os filhos. Odeio os paparazzi, porque se não fossem eles a destruírem a tua vida, com as suas maldades, não chegarias a esse ponto. Sinceramente, o que te tem acontecido é horrível e muito maldoso.
Mudando de assunto, as tuas duas últimas músicas têm sido um sucesso, principalmente a “ Piece of me”, adoro-a.
Espero que voltes a ser o que eras, a rainha do pop, porque eu sei que tu consegues e deves conseguir por ti e pelos teus fãs que te adoram.
Adeus, muitos beijinhos, porque tu mereces,
Daniela
( Daniela Tahi, 7º C, a propósito do dia 14 de Fevereiro, Dia do Amor e da Amizade)
Carta para a minha avó
Minha querida avó,
Está tudo bem por aí? Por aqui está tudo! Já sei! Deixa-me adivinhar: está tudo mal, porque estás com muitas saudades minhas e também porque já não me vês há que tempos!
Pois eu também tenho muitas saudades tuas e foi por isso que eu te quis enviar esta carta para matar algumas saudades. Sei que não é muito, mas pelo menos é melhor do que não estarmos a dar notícias, uma à outra.
E, já que as cartas não matam as saudades todas, queria que um dia destes viesses visitar-me. Este domingo não tenho nada para fazer, logo tu e o avô podiam agarrar no carrinho e vinham ver-me. O que me dizem?
Beijos fofos,
Patita
P.S. Fico à tua espera!
( Ana Patrícia, 7º B, a propósito do Dia 14 de Fevereiro – dia do Amor e da Amizade)
4 de março de 2008
Acróstico em diálogo

Tenho dores no ouvido.
Ouves bem?
Reconheço os sons, mas não oiço bem.
Requer cuidados...
Interrogo-me se há médicos para isto...
Não sei! Deve haver.
Otorri...
Laringologista?
Acho que sim.
Rita Lourenço. Uma boa médica para isso!
Irmã de uma amiga minha...Rita...Ana...
Não. Acho que a sua irmã se chama Rute.
Graças a Deus!
O quê?
Lembrei-me de um hospital bom!
Onde?
Gondomar! Hospital de Gondomar.
Interessante!
Sara! Sara!
'Tá' a passar?!...
Acho que... passou, já passou!
Fabien Valgode, 7ºA
João Pereira, 7ºA
Acróstico em diálogo

Imaginação!
Dava tudo para ser assim,
Inteligente como tu.
Algumas dificuldades em pensar.
Longe disso! Não consigo pensar, não sou
Esperta, nem sequer sei jogar
Xadrez, nem nada!
Não sei jogar
Damas.
Amanhã queres jogar comigo?
.
É preciso é paciência, verás que se
Ligares a tua
Imaginação, como usas no
Xadrez, tens
O jogo ganho!
Duvido, mas tudo bem!
O que podíamos mesmo fazer era
Sairmos para
Sítios novos
Aventurarmo-nos! Que dizes?
Transportes públicos.
O que não falta é dinheiro na minha carteira. Vá, pagas-me para a
Semana. Vá, até amanhã!
Nídia Santos 7ºA
28 de fevereiro de 2008
Acróstico

Acróstico

Acróstico

27 de fevereiro de 2008
Acróstico

15 de fevereiro de 2008
Letra proibida - N

Diogo Barbosa
6º. F
Letra proibida - F

Letra proibida - G

7 de fevereiro de 2008
Continuar um poema

Uma formiga de gravata
a matar uma barata.
Uma formiga de bigode
a gritar: «Ai, quem me acode!»
…..
Luísa Ducla Soares
Uma formiga de gravata
a descascar uma batata.
Uma formiga de chapéu
a conversar com um ilhéu.
Uma formiga de saia travada
a tocar uma linda balada.
Uma formiga de camisa
a pintar o quadro da Monalisa.
Diogo Barbosa
6º. F
Continuar um poema

Esquerda, direita, no cimo, no chão.
Sim, não, sim, não
Grande, pequeno, gigante e anão
…..
Patrícia Joyce
Sim, não, sim, não
Marido, mulher, no salão dançarão.
Sim, não, sim, não
Abrir, fechar, trancar o portão.
Sim, não, sim, não
Virar, revirar, o que encontrarão?
Diogo Barbosa
6º.F
Continuar um poema

Esquerda, direita, no cimo, no chão.
Sim, não, sim, não
Grande, pequeno, gigante e anão
…..
Patrícia Joyce
Sim, não, sim, não
Cavalo, burro, gato, cão.
Sim, não, sim, não
Cabeça, pés, tronco e mão.
Sim, não, sim, não
Preto, branco, racismo é que não.
Sim, não, sim, não
Primavera, Outono, Inverno e Verão.
Sim, não, sim, não
Dia, noite, claridade, escuridão.
Sim, não, sim, não
Porta, janela, não batas o portão!
Diogo Gomes
6º.H
Continuar um poema
O menino do contraqueria tudo ao contrário
deitava os fatos na cama
e dormia no armário.
.....
Luísa Ducla Soares
O menino do contra
queria tudo diferente
tinha cabelo grande
e usava um pequeno pente.
O menino do contra
queria tudo à sua maneira
queria tomar banho
sem abrir a torneira.
Diogo Vítor
6º. F






