Tu, centro do Mundo, Garantia do Amanhã, Fruto e Flor e Raiz, Projecto de Vida. Olha… No teu amanhã Todos os meninos serão crianças, Todas as crianças sorrirão, Todos os sorrisos serão felizes. Porque No Holocausto do hoje, Os meninos não são todos iguais, Os meninos morrem nas guerras, Os meninos são abusados, Os meninos passam fome… Talvez Quando tu cresceres Te faças Homem, Árvore, Fortaleza e Segurança Para dizer, enfim, ao mundo, Que é proibido matar o sorriso No rosto dos meninos – crianças.
Dorme criança, no colo dos anjinhos... repousa em nuvens de algodão fofinho... As estrelas já sorriem, a lua canta... Escuta a melodia do céu que encanta!
Flutua na brisa meiga do teu mundo, é lá que brinca o teu sonho profundo... Voa feliz na magia do teu soninho... Voa... és livre como um passarinho!
Abraça a ternura do teu bem-querer... Há castelos encantados, contos de fada... Há brinquedos de amor a te enternecer...
Mas quando despertares e a vida lacrimejar, agarra o sorriso amigo das tuas estrelas... pinta o mundo com o enleio do teu sonhar.
Fátima Costa
1 de Junho, Dia da Criança.
O dia dos pequeninos é o dia da esperança… porque são eles o Amanhã, o Futuro.
Neste dia, há que reflectir sobre o que é a Infância, o que representam todas as pequenas criaturinhas que, por todo o planeta, fazem ecoar as suas pequenas vozes e enchem o ar de frescas risadas. São as nossas Flores, as Primaveras, as Alegrias.
A Humanidade olha-os, embevecida, comovida… e aguarda.
Também tu, criança, adolescente, representas o mundo que virá. O que nos dizes, neste teu dia, sobre o que é ser criança neste mundo? O que esperas? Desesperas? Anseias? Aguardas? Imaginas?...
Era uma vez uma menina de cabelos longos e doirados… Faces vermelhas como romãs, nariz afilado e ar de rapazola! Gostava de subir às árvores, pendurar-se nos telhados Como os gatos de rua, reguilas e estarolas. Usava o boné vermelho de lado pois dizia que não era cobardolas!
Certo dia, pela manhã, a sua mãe pediu-lhe que visitasse a avozinha Que estava acamada, doente e muito velhinha. Levou a mochila às costas, carregada de guloseimas e xaropes de encantar. Montou-se no skate, atravessou estradas, ruas e ruelas E lá foi ela com o seu MP3 sempre a cantarolar!
Atravessa-se um carro potente com um rapaz bem-apessoado Que logo lhe lança piropos e pergunta-lhe para onde vai! “- Vou visitar a velhota que mora mesmo aqui ao lado.” “- Acompanho-te pois também mora aí o velhote.” Sobem pelo elevador que tão apressado vai…
Saem os dois, no último, no sétimo andar… Ele puxa-a contra o seu corpo como se fosse bailar Mas de bailes não queria ela saber e grita até poder… Chega à porta a avozinha que com o cajado lhe faz saber Que ninguém fará mal à sua menina!
Era uma vez, uma rapariga jovem com um chapéu vermelho, calças de ganga e uma t-shirt e uns ténis da Adidas. Chamavam-lhe Boné Vermelho, porque nunca o tirava.
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Um dia, a sua mãe disse-lhe para a Boné Vermelho ir fazer companhia à sua avó que andava muito triste, porque o seu avô tinha morrido de Gripe A. A sua mãe avisou-a dos perigos, mas a Boné não ligou.
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Quando ia a caminho da vivenda da sua avó, um homem de mau aspecto, aproximou-se dela. Ele começou a falar com ela de forma muito carinhosa, mas ela seguiu caminho. De forma discreta, o homem seguiu-a até casa da sua avó.
O homem entrou dentro da casa antes da Boné Vermelho, e tentou roubar o ouro e o dinheiro da sua avozinha, depois de a ter amarrado a uma cadeira.
A rapariga a chegar a sua casa ouviu a sua avó a pedir socorro, ela agarrou de imediato do seu telemóvel e telefonou à polícia.
Poucos minutos depois, a polícia chega e impede o homem de fugir com o dinheiro e o ouro. O homem disse para que todos ouvissem:
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- Eu só fiz isto porque estou desempregado e não tenho dinheiro para alimentar a minha família, estamos em crise!
O homem foi preso, e desde aí a Boné Vermelho passou mais tempo com a avó.
Ana Batista, Ana Carina, Isabel Pialgata e Maria João Maia - 8ºC (actividade desenvolvida na aula de Estudo Acompanhado)
Conta a história do “Era uma vez…” que havia uma menina, muito linda, que se vestia sempre com um capuz vermelho… por isso, chamavam-lhe Capuchinho Vermelho. Um dia, sua mãe disse-lhe para levar uns bolinhos à avó, que estava doente, e vivia na floresta. Recomendou-lhe que tivesse cuidado, que não se afastasse do caminho… mas a menina depressa se esqueceu das recomendações de sua mãe. Meteu pela floresta e acabou por se deparar com um lobo, a quem disse ao que ia. Todos conhecem a história… por isso, todos sabem que o lobo tentou comer a Capuchinho Vermelho e a sua avozinha, todos sabem que foram salvas pelo caçador que por ali andava, todos sabem que ficaram todos bem e felizes e que a menina aprendeu a lição e nunca mais se esqueceu das recomendações da sua mãe.
Agora… E se esta história fosse hoje… como seria? Que cor teria o capuz da menina?... Será que ainda usaria, sequer, um capuz? E o lobo?... Já não há assim tantos, coitados… Mas existem imensos perigos que espreitam as crianças mais incautas… Atenção… E caçadores?... Não podemos andar aos tiros nas cidades… Mesmo nos campos, só nas épocas de caça, aos javalis e às lebres e pouco mais… que sentido faria um caçador na nossa história??? E as avozinhas?... Ainda viverão sozinhas no meio da floresta?
O que acham de reescrever a HISTÓRIA DO CAPUCHINHO VERMELHO … versão SÉC. XXI???
Imaginação decerto não vos faltará!
Florestas e espíritos e forças da mente! Viajem pelo reino do imaginário! Voem, amigos, sempre!
Mãe, vives para me ensinar, vives para me amar Obrigada por nunca me deixares falhar Obrigada por te encontrares em todas as minhas preocupações E me ajudares em todas as decisões Obrigada por toda uma vida de muito amor Garanto-te que no fim de tudo Tudo teve o seu valor O teu valor para mim, eu sei Não é difícil de encontrar Minha mãe, minha companhia Vivo para te amar
Chove… A minha alma sente-se deprimida. Caminho ao desalento, automaticamente, sem pensar. Pensar para quê? Não está já tudo dito e feito? Nem sei sentir. Angústias desconhecidas amordaçam-me o espírito. Socorro! Alguém que me salve da minha mente, Alguém que me resgate desta prisão. Pensamentos negros, desgarrados, tresmalhados, escapam-se… Esperem… não vão sem mim! A ausência, a solidão, o desalento, todos os pensamentos de baixa auto estima e grande frustração se apoderam do meu corpo. Ninguém aí? Uma voz? Nada? Nada me responde… .
(Isabel Pereira)
Que situação!!! Palavras de sofrimento, dor e desamparo. O que leva alguém a sentir-se desta forma? Que situações da vida nos fazem sentir o pior dos seres? Vamos imaginar o que terá acontecido a esta pessoa que a tenha feito sentir-se tão desesperada.
1. Elabora um texto em que dês corpo e nome a esta alma desalentada e lhe dês uma vida e uma história. Quem é? O que lhe aconteceu?
2. Se te parecer muito deprimente, imagina a situação oposta: Este alguém encontrou algo que o fez feliz e lhe trouxe um novo alento para continuar. O que terá sido?
Rios de lantejoulas e molhos de cometas de imaginação te inspirem!!!
Vieste do mundo da escuridão, Rasgaste as minhas trevas, Foste a minha luz. Nasceste de mim como o grito E és a minha ânsia do amanhã. Perfeita? Para mim, Tu és o Universo. Para mim, Tudo em ti é perfeição. Não sei de que mal padeço Que te respiro, Que te absorvo, Que te tacteio, Que te amo toda de um só travo. És a minha paranóia, A minha loucura, A minha demência. Vieste para me aquietar, Vieste para me perder, Vieste para me cegar. Raios de luz, Neblinas, Tempestades, Mil sóis ofuscantes… Ninharias!
Vieste para ser o tudo, Vieste para conquistar. Cravaste em mim um olhar Que me perdeu para o mundo, Esse coitado, que te orbita. Fruto meu, Filha minha, Minha alma pequenina, Minha vida pequenina, Como tantas vezes te chamo. És a vida, o pensamento, Bater de coração… Tens o meu nas tuas mãos. Não te explico, Não te traduzo, Não te comparo. Não há palavras, não chegam… Não há espaços, são pequenos… Nada alcança este amor, Nada mede o meu sentir, Não há gramática para nós… A tua mão pode o meu mundo, O teu sorriso são os meus olhos, Tu és o Sol e a Vida, A Água , a Terra, o Mar, Fogo e Calor… o TUDO. . Isabel Pereira, mãe da Inês de Matos
Neste dia tão especial, as memórias ressurgem. Vem a lembrança do nascimento dos filhos Da alegria de vê-los cheios de saúde, perfeitos, Destes olharem a nossa cara e sorrirem com a nossa voz De demonstrarem o quão importantes somos De alimentá-los durante meses a fio a peito, De não dormir de noite e de ver televisão de madrugada, De sentir-me tão cansada que dormia sem dar por isso no sofá. Lembro-me das idas ao hospital e ao pediatra Dos jogos e brincadeiras no parque do Montijo Das idas à praia no Algarve e as brincadeiras no Picolé De ir às compras e das birras no supermercado. Os livros que viajavam na mão e nos seus sonhos As primeiras palavras e a alegria de começarem a andar A ida para o infantário e os choros dos três A primeira vez que fomos ao cinema e comemos pipocas As viagens para o Algarve com os gatos e agora com a cadela. Adormecerem todos na minha cama, À espera do pai que ainda trabalhava. A falta de sono do Miguel que dormia no carrinho embalado pelo pé da mãe. As confusões às refeições porque todos queriam e querem falar e o Edu não comia As idas de comboio para o Algarve com a avó e com a mãe A primeira viagem de barco, de autocarro e de metro... As idas ao teatro, ao restaurante, as reuniões deles... As idas para a escola da mãe Todos juntos no sofá a ver televisão... Comermos aldrabices em algum lado ou em casa ( quando o pai não está) Cansaço, gritaria, zanga, preocupação, diálogo, beijos e reprimendas ! Que saudades que vou ter disto tudo... Os filhos é o melhor que temos nesta vida!
É um copo igual a todos os outros. Encontra-se num bar de aspecto sinistro, situado num beco da capital portuguesa. Este copo tem marcados no seu vidro todos os sinais do seu trabalho: ora toca de servir, ora toca de ir à máquina. Os anos passam, e já lá vão vinte anos de serviço… vinte anos de histórias contadas… vinte anos a reflectir o rosto de pessoas desgostosas e cansadas… vinte anos envolvido no ambiente pesado de fumo e drogas, coberto de mágoas e desgostos. Este bar é conhecido como o Beco do Alfredo. O senhor Alfredo é o dono do bar… é um senhor de bigode, com o cabelo meio grisalho. O palito permanece no canto da boca. Com o seu avental castanho, já com manchas de lixívia e bebida, transporta consigo uma corrente e uma cruz, banhadas a ouro. Tem os olhos cansados de viver. O copo passa a maior parte do tempo a ouvir o senhor Alfredo a ler o Jornal de Desporto ou o diário local. Este copo já ouviu todo o tipo de histórias: suicídios, crimes, abandonos, desgostos e tristezas. Sempre que a Dona Amélia entra, o copo já sabe que, enquanto ela bebe o seu Gin Tónico, vai lamentar-se inúmeras vezes por o seu ex-marido a ter abandonado e perguntar-se a si própria se estava assim tão feia, enquanto observa o seu reflexo no copo cheio. O senhor Joaquim, que ameaça matar o sobrinho por este ter assassinado o próprio pai, e o senhor Vidal, que chora horas a fio por ter apanhado a mulher enrolada com o mecânico, são também clientes habituais. O copo fica tão desgastado, a ouvir tanta história e com tanta lavagem que, um destes dias, quando o senhor Alfredo menos esperar, depois de beber o seu café e bagaço do costume, encontra-o feito em cacos, dentro da máquina de lavar loiça. Ele já prometeu que o fazia.
(Actividade: Fazer uma lista de palavras de que gosto / palavras de que não gosto e aplicar essas palavras num texto.)
Palavras de que gosto: Natureza, Frutos, Bicicleta, Pedal.
Palavras de que não gosto: Vómito, Chuva, Vento, Poeira.
Estava um dia de muita chuva e vento e este levantava uma grande poeira. No meio da Natureza, um menino andava na sua bicicleta. No meio da viagem, perdeu um pedal. Desceu da bicicleta e, como tinha fome, resolveu ir procurar comida. Encontrou alguns frutos e comeu-os. Mas deviam estar estragados e ele vomitou. Para salvar o dia, encontrou o pedal da bicicleta, voltou a montá-lo, e lá foi para casa.
Ruben – 7º G.
Palavras de que gosto: Casa, Amigos, Gatos, Gomas.
Palavras de que não gosto: Escola, Estudar, Lixo, Matemática.
Um certo dia, estava a ir para casa, com algumas amigas. Tinha acabado de sair da Escola e, ainda por cima, tinha acabado de sair de uma aula de matemática!!! Entrei em casa e as minhas gatas vieram logo ter comigo, cheias de fome. Quando cheguei à casa de banho, vi que estava lixo espalhado pelo chão… as gatas!!! Tive de limpar aquilo tudo. Assim que terminei, fui comer umas deliciosas gomas. Mas, depois, a minha mãe chegou, e eu tive de ir estudar…
(Actividade: Escrever um texto em que não se encontre a letra U.)
Os nossos dias “cinzentos”.
Nós somos como toda a gente… temos os nossos dias “cinzentos”. Nesses dias, as lágrimas tomam posse do nosso corpo. Nesses dias, nós pedimos ao pai para não respirar. Mas, nesses dias, penso em ti… e o Sol brilha de maneira diferente e as estrelas falam comigo. Fazes as lágrimas acabarem. Comandas-me cérebro e corpo… e os dias ficam menos cinzentos… por ti.
(Situação: Estás num elevador com um/a amigo/a teu/tua com quem estás zangado/a. O elevador avaria. Vocês zangam-se ainda mais e discutem mas, depois, acabam por perceber que o melhor é fazer as pazes e procurar resolver o problema.
Actividade: Fazer um Acróstico com os vossos nomes.)
- Isto não pode estar a acontecer!!! - Não pode, não! - És mesmo irritante, bolas! - Sua pateta!
- Fogo, não me apetecia nada aturar-te hoje. - Isto não é o melhor sítio para discutir. - Lá isso é verdade. Voltamos a ser amigas como antes? - Isso é o melhor. Não consigo estar zangada contigo. - Pois, nem eu. Vamos tentar sair daqui? - Ah! Ah! Sim, vamos!
(Inês Jarró / Filipa – 7º G)
- Caraças! Não acredito! - Antipática, como sempre! - Tu, então… - Irra! Já não me faltava ficar aqui fechada, para ainda ter de levar contigo! - Achas que, para mim, é um prazer estar aqui fechada contigo… não?
- Baratas me comam! Vais tocar no botão de Emergência ou não??? - Oh!!! Não vês que esta porcaria não funciona? - Lindo! És mesmo esperta! Se carregares vêm ajudar… Não??? - Olha lá, não vês que está avariado? Por isso, não vem ninguém. - Talvez venha. Mas não me apetece falar mais contigo. - Achas que, para mim, é um prazer?
- Incomodada estou eu. Não te queixes. - Não, não. Estar aqui contigo ainda é pior do que o facto de estar fechada. - Está bem… Vamos lá pedir ajuda??? - Socorro! Socorro! Alguém nos ajude!!! - Tá aí alguém? - Afinal… explica-me: porque é que estamos zangadas? - Não sei. Acho que foi por causa das aulas. - Então… e se fizéssemos as pazes? - Claro que sim… sempre fomos grandes amigas. - OK! Então… Amigas!
2. Só há duas maneiras de te esquecer: De jeito nenhum e de nenhum jeito.
3. O mar falou-me da sua grandeza, dos tesouros que nele se escondem, dos animais que nele habitam. Eu falei-lhe de ti, e ele sentiu-se pequeno.
4. Pedi ao meu Anjo que olhasse por ti enquanto dormias. Ele veio mais cedo, e eu perguntei-lhe porquê. Ele respondeu que um Anjo não olha por outro Anjo.
5. És um sonho que se tornou realidade, um sonho lindo que me trouxe felicidade. Espero que nunca venhas a deixar-me, porque o sonho acaba e sou obrigada a acordar. Então acordo para a vida, que é triste e me faz chorar. Porque, para andar no mundo sem ti, antes quero não andar.
1. Se eu pudesse ser uma parte de ti, escolheria ser as tuas lágrimas. Porque as tuas lágrimas são concebidas no teu coração, brotam dos teus olhos, vivem no teu rosto e morrem nos teus lábios.
2. Não trocaria um minuto de ontem contigo por cem anos de vida sem ti.
3. Se eu fosse um Anjo da Guarda, viveria para te guardar mas, como sou humano, vivo para te amar.
4. Adoro ver-te sorrir, Adoro ver-te feliz. Porque essa sensação É tudo o que eu sempre quis.
5. A montanha vou subir E do alto vou gritar, Para toda a gente ouvir Que nasci para te amar.
1. Um dia, o amor virou-se para a amizade e disse: - Para que existes tu, se já existo eu? A amizade respondeu: - Para repor um sorriso onde tu deixaste uma lágrima.
2. Um dia, viraste-te para mim e perguntaste se eu gostava mais de ti ou da minha vida. Eu respondi “Da minha vida.” E tu saíste a correr, mas não me ouviste dizer: ”És a minha vida.”
Era uma vez um rapaz, chamado André, que gostava de uma rapariga chamada Jéssica. Ela não gostava nada dele. Achava-o desinteressante…não conseguia sequer ouvir falar nele. Mas o caso não era bem assim… ele era um rapaz muito simpático… e gostava mesmo muito dela. Aproximava-se o Dia dos Namorados e, nem ele nem ela, tinham par. Na véspera do dia, ele fez-lhe uma surpresa: comprou-lhe um bonequinho, com um bilhetinho anónimo, a dizer AMO-TE. Colocou-o dentro do cacifo dela, na Escola, e sentou-se ao fundo do corredor, à espera que ela chegasse. Quando ela chegou, viu o bonequinho e adorou-o. Ele lá arranjou coragem e disse-lhe que tinha sido ele. Conheceram-se melhor…apaixonaram-se…e foram muito felizes.
Do armário para a mesa, da mesa para o lava-loiças e, deste, volta para o armário… O meu nome é Cristalina, e esta é a minha vida, a vida de um copo. No armário, convivo com todos os outros copos. Apesar do escuro, consigo distingui-los. Lá, tenho muitos amigos mas, aquele de que mais gosto, é o copo de shot’s, por ser pequeno e colorido. Damo-nos muito bem, porque ele é sempre muito alegre. Há que diga que pode ser da bebida! Independentemente de tudo, gosto muito dele. Faz-me rir bastante. Normalmente, sou usado quase sempre pela mesma pessoa. Chama-se Crispim, e é muito cuidadoso comigo. A vida de um copo não é fácil pois, a qualquer momento, pode partir-se. Mas não quero pensar muito nisso, pois tenho confiança no Crispim. Bem, está a fazer-se tarde…acho que vou…Z..zz..zzzzz…
A Vaca Mocha estava cansada e muito pouco louca. Certo dia, a Vaca Mocha foi ter com a Andorinha. A Vaca disse: _ Oh Andorinha, por que é que andas com o Gato Malhado? Ele é má companhia. A Andorinha não percebia qual era o mal de falar com o novo amigo. O Papagaio que rezava muito e ensinava moral disse: _ Pois é, o Gato porta-se mal. Oh Gato, por que é que andas com a Andorinha? Quem gosta da Andorinha é o Rouxinol que é um pássaro… O Gato respondeu: _ Se não fosse um Gato, pedia em casamento a minha querida Andorinha que gosto do fundo do coração. A Vaca Mocha voltou a dizer à Andorinha Sinhá: _ Deixa-te disso. Namora com o Rouxinol.
( Fábio Oliveira – 8º A e Ruben Santos – 8º B
A VACA MOCHA
A Vaca conversa com o Gato sobre o que aconteceu… Gato: Vaca, tenho um pedido de desculpas a pedir-te…devemos ter esta conversa. Vaca: Então vá, diz lá o que tens para me dizer, seu malcriado. Gato: É mesmo por causa disso que quero falar contigo. Vaca: (muito irritada) Então rápido que tenho mais que fazer do que aturar gente malcriada. Gato: Quero pedir-te desculpa pelo que aconteceu e pedir-te que sejas minha amiga. Vaca: Tua amiga? ( ela gritou) Jamais…Tu és um inútil, de ti só quero distância. Gato: Eu sei que estive mal, mas estou arrependido. Vaca: Não. Aviso-te já que só contra a Andorinha gostar de ti. Gato: Então porquê? Vaca: Porque tu és um gato, ela é uma Andorinha e, ainda por cima, és malcriado… Gato: Vá lá, temos de dar sempre uma oportunidade às pessoas. Vaca: Pronto, está bem, eu aceito as desculpas. Gato: E podemos ser amigos? Vaca: Sim, podemos, mas não me peças para estar de acordo com esse namoro. Gato namora com gato, pássaro namora com pássaro. Gato: Bom, já te ter como amiga é bom!!
( Marcelo Lóia – 8º A)
CARTA DE DESPEDIDA DO GATO Parque, 2 de Fevereiro de 2009
Querida,
Meu bem…estou de partida. Tenho que ir, é mais forte que eu, mas algo me diz que o melhor é mesmo ir. Mal parti e já estou a morrer de saudades tuas. Não sei como vou aguentar tudo, sem te ter ao meu lado. De noite, ao dormir, os meus pensamentos vão ao encontro do teu coração e fecho os olhos para te tocar. Em pensamentos, mas toco, e sinto que para sempre serei teu e que para sempre serás minha. Podes estar nos braços de quem quer que seja, mas sei que os teus primeiros pensamentos, ao acordar, serão meus. Tal e qual como será comigo, sem qualquer dúvida. Pode não ser nesta vida, mas um dia tu serás a minha vida. Não sei precisamente quando, mas os nossos caminhos um dia vão-se cruzar e aí vamos poder viver e partilhar este grande bonito e puro amor que sustenta os nossos corpos e os nossos corações. Sei que daqui a umas horas terás uma aliança na asa. Fico feliz por saber que estás feliz e por saber que estás em tão boas mãos. Desejo do fundo do coração que o Rouxinol te possa dar a felicidade que infelizmente a vida não me deixa te dar. Podemos ser as coisas mais diferentes do mundo, mas acredita, meu bem, que se é amor, apenas o sentimento importa, nada mais. O essencial é invisível aos olhos. Acredito que vais guardar esta carta no teu cofre ( junto ao teu tesouro) e que a vais ler sempre que as coisas te correrem mal. Terás um apertozinho no coração, juntamente com umas lágrimas de saudade. Não preciso perguntar o que sentes, quando os teus olhos falam por ti. Quando me fitas com os teus olhos, tocas-me a alma. Eu sei que és o amor da minha vida e que sempre serás. Um dia, eu sei que vou poder dar-te toda a felicidade que mereces. Até lá, vou desejando-te a maior das felicidades através dos meus pensamentos e desejos. Desejo esse abraço e esse toque a toda a hora. És mais que viva. Um beijo com todo o respeito e carinho do teu gato que estará sempre contigo,
GATO MALHADO
( Nídia Santos – 8º A)
As turmas do 8º A e B estão a trabalhar a obra de Jorge Amado. Uma fábula espectacular sobre a discriminação e o preconceito. Foram feitos em sala de aulas diversos trabalhos, alguns ainda não estão concluídos.
Coelhinho da Páscoa, Meu amigo, Queres vir brincar comigo? Que guardas tu? Um ovinho, De chocolate... docinho? Mas afinal, pergunto eu: O ovo é do coelhinho Ou a galinha diz que é seu? Mas que grande confusão! As galinhas põem ovos... Mas o coelhinho, não! Histórias de coelhos e ovos, Galinhas e chocolates Encantam velhos e novos... Onde começa a tradição? Quem pôs o primeiro ovo? Quem quer vir dar a lição? Contam-se histórias saborosas, Inventam-se rituais Para crianças gulosas. Um chocolate, um ovo, Uma galinha, um coelho... Queres dizer algo de novo? Vamos sonhar em conjunto, Contar histórias de encantar. Quem vai inventar um conto Para com todos partilhar? Não queres ser tu? Posso ser eu... Escreves o teu, Que este é meu. Isabel Pereira
Pai, sagrada melodia no meu pensamento... Fonte de Amor derramado em seus filhos. Estrela guia que ainda orienta os meus trilhos... Hoje és o Sol que reluz no meu firmamento.
Sabes, Pai? Dos teus olhos eu vejo ternura... O teu sorriso é uma festa na minha alma... A tua voz de anjo encanta, traz-me calma... Nas tuas asas eu aprendi a voar em altura.
Guardião da minha paz, semeador de afagos... Sei que te comoves com as minhas alegrias... Cada sonho meu, é um sonho teu almejado.
Pai...és o meu protector, a minha segurança... És o meu exemplo, o meu mestre de vida... Pai, (e)terno amigo, eu... tua (e)terna criança!
19 de Março é Dia do Pai... E os outros dias? Não o serão também? Não é o nosso pai, um Pai todos os dias? Não serão todos os dias, Dia do pai? O que há de especial, então, no dia 19 de Março? É o beijo? É o carinho? E o miminho que oferecemos ao nosso pai? Que magia é esta, que nos diz que este dia é especial? Será que é para não esquecermos? Será que é para olharmos bem para ele? Será que é para pensarmos em tudo o que ele fez por nós? Será que é para nos fazer amar mais e mais o nosso pai? Todos os dias... Todas as horas... Todos os minutos... Somos o filho de alguém... Cada dia Cada hora Cada minuto É tempo de dizer ao nosso pai que o amamos.
Não gostarias de dizer ao teu pai algumas palavras... um pensamento, um poema, uma carta, uma canção... um pouco do muito tempo que ele já usou para se dedicar a ti?
Hoje, fui à Biblioteca Municipal ver aquelas fotos De mulheres de vários cantos do mundo. E vi nos rostos a força, a tristeza, a alegria, a calma Tanta coisa vi e pensei na sorte que tenho De viver onde posso gritar se me apetecer De amar se me apetecer De estudar se quiser De não comer por não me apetecer. De ser mãe, porque quis ter De dar e de receber. Porque aquelas mulheres, mães, irmãs, filhas, avós, Amigas e algumas tão sozinhas na imensidão Abriram o seu coração E todos e todas podemos lê-lo: Talvez tenhamos sorte e não saibamos reconhecê-la!
E porque hoje é o dia da Mulher, mais um poema de amor de um sujeito poético feminino apaixonado. Para dar força a todas as mulheres deste mundo que tanto dela precisam !!
O amor é a vida A vida, o Amor, Sem viver, não amava, A razão do meu viver, É o Amor! Sem aquela pessoa, Não sou feliz, Não sou nada. Ele é a razão do meu viver, O meu coração é dele, Vivo, viverei só para ele, Para mais ninguém! Sem aquela pessoa não respiro.
Minha queridinha Minha bichinha O teu cabelo é puro E delicado como o ar Puro que vagueia pelas ruas Esse teu olhar provocante Derrete-me, Pensando que um dia Estarei a teu lado. Mas eu espero. Não tenho pressa.
Quero que penses no assunto Pensa como seria bom Nós os dois, no planeta azul, Numa ilha desconhecida e Deserta Em que quem reinava Eras tu e só tu!